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Do Sampaist, para o Vamos Subir, Timão!, e agora para Andréia no Blog!
Absurdo, absurdo! Vocês sabem que eu odeio meter o bedelho na vida pessoal dos jogadores, mas, se a vizinhança chega ao patamar de “humilhar” [merecidamente] os boleiros em questão, é sinal de que há MUITA coisa errada na rotina deles.
Fábio Ferreira e Zelão fizeram atuações pífias neste ano, e por mim, não continuariam no Corinthians em 2008. Perderam jogadas importantes, não conseguiram barrar lances cruciais de adversários. Falar desses dois é chover no molhado, peidar na farofa, ou como vocês quiserem definir.
Então, a gente começa a firmar assinatura abaixo da tese de Jurgen Klinsmann, que esteve ontem na Footecom. Os jogadores precisam ser preparados para a vida fora dos gramados também. Teoria, inclusive, que sempre defendi. Nós queremos Kakás e não jogadores da night, que sequer sabem como se escreve “esquilo”, são pegos embriagados no bafômetro, ou fazem orgia em suas luxuosas mansões.
Sebá Dominguez, por exemplo, não deu certo na zaga corintiana, mas aprendeu a falar português, tinha o hábito de ler e nunca se meteu
Concluo que depois dessa, o técnico Mano Menezes deverá chamá-los para uma bela conversa afiada.
postado por Andréia de Moura às 11:52 AM
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O departamento de marketing do São Paulo apresentou hoje, em conferência de imprensa concedida pelo diretor Júlio Casares, uma leva de produtos licenciados. Entre eles, o boneco do Taz, em parceria com a Warner Bros. Também há outras pelúcias lindinhas, para a criançada. Até eu, que não sou torcedora, achei o máximo!
E para os grandinhos, há o DVD da conquista do penta tricolor, e 533 pedaços da rede do Morumbi, do jogo em que o time levou o título.
postado por Andréia de Moura às 6:17 PM
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Hoje não tem piada.
Às vezes, as pessoas perguntam porque tenho um amor tão grande pelos animais. Ora, se eles são meus semelhantes, por que não os amaria?
Foi assim com o Mick Jagger, meu cachorrinho maltês que foi se encontrar com Jesus no dia de hoje. Ele esteve comigo desde 2002, quando entrou de pilantrinha, no carro do meu pai, durante a final do Brasileirão, entre Corinthians e Santos. Era tão lindo quando ele balançava as patinhas, fazendo graça.
Uma vez, o levei para escola. Foi um sucesso! Todo mundo queria brincar com ele, pensando que fosse ela, pois eu o adornava com lacinhos.
Vai fazer falta. Muito! Contudo, tenho certeza de que Deus está o levando para um lugar bonito, onde ele vai poder brincar com outros bichinhos, enxergando tudo, e sem dor alguma.
Volto amanhã!
Marcadores: Datas, Devaneios, etc
postado por Andréia de Moura às 6:14 PM
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Um dia após o doutor Alberto Dualib ter sido o homem mais “elogiado” no Brasil, chegou a hora de encontrar culpados. Sim, porque o assunto é esse, seja em rodinha de corintianos, palmeirenses, e até flamenguistas ou colorados.
Todos possuem uma parcela de culpa, e o mais absurdo são as personagens da administração Dualib “fazendo o inocente”. Cadê Antônio Roque Citadini? E Renato Duprat? Por que o presidente Andrés Sánchez não foi citado por Marlene Matheus? Engraçado foi que, ela disse que o Corinthians foi vendido, o que dizia também antes do contrato com a MSI ser assinado, no entanto, neste intervalo de dois anos, foi vista cumprimentando Kia Joorabchian, no mais ‘perobado’ estilo “Se não pode contra eles, junte-se a eles”. Gente que se rebelou, amansou, e depois mudou de opinião e mudará quantas vezes for preciso, para poder circular nos corredores da Rua São Jorge, número 777.

Kia Joorabchian - um moço puro, criado na igreja e que com essa carinha de nerd-looser-but-perver, que faz o teu trabalho de álgebra, não desperta suspeita alguma

Kia e os ossos [?] do ofício
Neste exato momento, na Inglaterra, há uns três ou quatro rindo de toda essa situação. Inclusive, tudo foi feito à moda inglesa. Só que não deu certo, porque o brasileiro sempre quer ser mais esperto do que o especialista. Não só uma, entretanto, três vezes.

O começo do fim - o namoro MSI-Corinthians, que gerou uma crise incontrolável
Triste, essa vontade de lucrar em cima do sofrimento, ser mais do que o clube e sua história. Surgiu a ciumeira com a glamourização de Kia, que virou popstar, dava autógrafos e tirava fotos. As máscaras caíram e os Mascheranos foram embora do gramado, junto com o dinheiro.
Foram 14 anos de um só nome. Os últimos, decadentes. Para que insistir em um corte de cabelo que não favorece teu formato facial? Dualib e Nesi Curi persistiram, e deixaram o nome de uma instituição tão brasileira quanto feijoada, na lama, no caderno policial por meses arrastados.
Do time, medíocre, a culpa é a menor, pois foram esses pobres diabos que tentaram correr atrás do prejuízo. Felipe nem é craque, porém foi grandioso, tentando prolongar a sobrevivência do Corinthians, que sucumbiu, quando o último remédio não lhe fez efeito.
postado por Andréia de Moura às 1:18 PM
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Achei no Ibelli.
Perdem os amigos, mas a piada, jamais!
Marcadores: Futebol
postado por Andréia de Moura às 12:12 PM
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Se ainda resta um pingo de vergonha na cara do Sr. Alberto Dualib, tenho certeza de que seu sono será à base de muitos calmantes e 85% do peso de sua consciência deve estar esparramado pelo chão de sua rica gaiola de ouro. Porque, esse senhor não deveria sequer lançar seu olhar para fora de seus aposentos, afinal, respeito por seus cabelos brancos vaidosamente tingidos de acaju, não há mais. Idosos que merecem respeito são os coitados que estão largados em asilos, sem o amor de suas famílias. Quem planta o mal, colhe em sua própria vida, seja pela justiça dos homens, ou de Deus.
Vai, Corinthians!
Marcadores: Datas, Devaneios, Futebol
postado por Andréia de Moura às 6:14 PM
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Quando Kaká saiu do Morumbi, sendo hostilizado pela torcida revoltada, uma coisa era certa: a ida para a Europa seria o passaporte para uma série de glórias para o garoto brasiliense, que superaria aquela cena inesquecível. Com certeza, poderia ir à Copa do Mundo, mas não para ficar no banco, como em 2002.
Seu estilo de jogo, habilidoso, às vezes ambicioso, e veloz, quando arranca do meio de campo para as redes, encantou a torcida rossonera, que transformou aquele guri de atitudes díspares do que a maioria dos jogadores, em ídolo, em príncipe.
Kaká é muito mais do que um rostinho bonito que estampa pôsteres de jovenzinhas pelo mundo inteiro. O cara é diferenciado, não só
A prova de que o mundo é jovem. Kaká, aos 25 anos, Cristiano Ronaldo, aos 22, e Lionel Messi, aos 20: o trio dos melhores piás dos gramados. Sim, o futebol é púbere.
Hoje, o futebol, além de juventude, transpira comunhão divina, escancarada após o gol, com dedos que apontam o verdadeiro feitor do lance. Nesse ano de 2007, o futebol é um bom moço, de família e que não procura por inimigos. O futebol é Kaká, sacou?
Foto: Reuters
postado por Andréia de Moura às 11:45 AM
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