|
|
Apesar da derrota histórica do Boca Juniors em plena Bombonera, que culminou na eliminação dos argentinos nesta Copa Libertadores, os rivais do River Plate estão muito mais preocupados com seus próprios problemas. Cada êxito nos treinamentos em Ezeiza é comemorado pela equipe. O vexame dos arquirrivais Xeneizes só é festejado pela torcida.

Enquanto isso, no lado azul y amarillo de la fuerza, a diretoria do Boca, que gastou horrores com o manager Carlos Bianchi, pediu para que ele se torne mais próximo da equipe. O técnico Carlos Ischia, campeão com a equipe desde os tempos de auxiliar técnico, teve o apoio de Maradona, que disparou em sua defesa para a imprensa, culpando a diretoria do time de Pallermo e Cia.
Foto: AP/Reprodução
Marcadores: Argentina, Futebol
postado por Andréia de Moura às 12:17 PM
![]()
![]()

Antigamente, ser convocado pela seleção era uma honra para qualquer jogador. Hoje em dia, além de ser muito mais honro$o ser sondado por um clube europeu ou árabe, constar na lista dos 23 selecionáveis que representarão o país em competições cruciais é um “transtorno” – talvez muito mais para os clubes do que os atletas, que são colocados na posição de crianças à solta na grande loja de doces do futebol.
Daí, que Inter e Grêmio já estão mexendo os palitinhos para retardar a ida de seus guris para o plantel de Dunga. O Corinthians está quietinho, porém, ao aguardo de qualquer liberação, afinal se o ditado diz que pau que bate em Chico, também bate em Francisco, caso o tricolor Victor e os colorados Nilmar e Kleber sejam liberados, o alvinegro André Santos teria esse direito. O único que parece realmente curtir ter um atleta a disputar as eliminatórias e a Copa das confederações é o Cruzeiro, que publicou em seu site oficial a novidade a respeito do volante Ramires.
Antigamente era um sonho. Os melhores atletas sempre foram escolhidos para representar as cores de seu país [e inclusive estado, nos tempos dourados do esporte bretão]. Peça-chave do time? E o que vem primeiro? Azar o do torcedor, ou oportunidade dos reservas dos ausentes? Ser canarinho é “sair com a outra, enquanto a oficial está em trabalho de parto”? Ok! Só não vale chorar em 2010 por não estar na listinha do técnico Dunga.
Foto: Arquivo JB
postado por Andréia de Moura às 4:16 PM
![]()
![]()

De novo?

Oi, torcedor cafona: o ano de 1998 telefonou pedindo a tua canetinha/chaveiro com laser acoplado de volta. O bom-senso, um abraço apertado. E o restante da torcida mandou te entregar muita vergonha na cara. Beijos!
Foto: Marcos D'Paula/AE
Marcadores: Besteirol, Corinthians, Fluminense
postado por Andréia de Moura às 7:48 PM
![]()
![]()

Se por acaso eu tivesse entrado em algum tipo de aposta sobre quem seriam os semifinalistas da Copa do Brasil 2009, hoje estaria contando minhas verdinhas. Justamente por ter cantado a bola em off [porque minha profissão não é ser palpiteira] que os jogos da fase seguinte da competição seriam entre Coritiba x Inter, e Vasco x Corinthians.
Visto que o Coxa jamais deixaria tomar um tombo o segundo tombo no ano de seu centenário, jogando em casa, após um empate com gols no Moisés Lucarelli. Quer coisa mais fácil? Porque embora o Flamengo tenha um time hábil para as competições que disputa, nada supera o fato de que salários atrasados foram pagos recentemente, ou o desentendimento do lateral Juan com o técnico Cuca. Daí, a gente começa a somar que o Inter possui um elenco titular que pode ser misturado aos reservas, mesmo assim dando liga a lances essenciais. É como você comparar duas crianças consideradas as melhores na sala de aula: a que possui melhor contexto social, pelo menos na véspera da prova, se sairá melhor.
Embora o Barradão seja uma fervura só, o Vasco poderia se segurar de maneira mais tranquila diante a torcida do Vitória. Até porque, não é todo dia que se devolve um placar de 4 a 0 na pressão. Os cruzmaltinos tomaram um susto, mas fizeram o atacante Neto Baiano queimar a língua: só fez um dos três gols que prometera sobre os comandados por Dorival Júnior.
O mais difícil foi justamente o confronto entre o Fluminense e o Corinthians. Imagine um duelo entre Fred e Ronaldo? Ou entre Thiago Neves e Dentinho? Bafão total! Essa defronta foi meu parafuso teimoso justamente por tentar comparar as equipes, as possibilidades, e mesmo tendo a vantagem de um empate sem gols em casa, a ideia da classificação alvinegra não me era certa. E o Coringão foi firme, embora tenha murchado no segundo tempo, com laser sem noção e tudo, cravando as garras na vaga que parecia escorregadia.
Todavia, futebol é assim mesmo: as minhas certezas nos placares poderiam descer as cataratas abaixo. Conhecer as equipes, entender o contexto dos jogos de ida e volta, entre outros detalhes, pode se tornar uma piada quando se é jogado na raça e pronto. Aquela magia do futebol que até hoje ninguém sabe explicar. Aqueles placares que te deixam com cara de gato na bacia d’água.
Mas eu deveria ter apostado...
Marcadores: Corinthians, coritiba, Flamengo, Fluminense, Futebol, Internacional, Ponte Preta, Vasco, Vitória
postado por Andréia de Moura às 6:39 PM
![]()
![]()
Como assim, você não conhece o Lucas? Ele é o cara que fez aquele ensaio super s.exy em meio a cheia causada pela forte chuva no Norte e Nordeste do país. Ele é o clamor luzilandense, é alguém na night, enquanto nós somos meros mortais.
Marcadores: Besteirol, Tudo parente
postado por Andréia de Moura às 6:00 PM
![]()
![]()

O assunto que está pipocando, direto da Península Ibérica, é sobre a foto que rodou o mundo desde o último dia 13 de maio, quando o Barcelona levou para casa o título da Copa do Rei. A suposta torcedora do Barça retratada neste post era ninguém menos do que uma jogadora do Espanyol, a meia Noemí Rúbio.
Motorista, no próximo ponto, desce!
Se para a gente da imprensa assumir os times de coração já é uma questão enredada, praticamente um desrespeito - caso o profissional da crônica esportiva se confunda como torcedor nas horas erradas - o que dizer de um atleta? Exceção a um Ronaldo flamenguista que pode “se dar ao luxo de” vestir a camisa do Corinthians, ou quem mais se interessar. Ou de um Alexandre Pato, ídolo colorado que admitiu ser gremista em sua infância. Não é um equívoco em tempos de futebol capitalista que um torcedor deixe o amor à camisa de lado para honrar outras cores, desde que haja discrição nas atitudes extra-campo e um belo desempenho dentro dele.
Imagine, torcedor, se aquele meio-campista do teu time é flagrado [ou pior, se deixa fotografar] uniformizado nas cores do rival campeão, festejando pelas ruas? É o que a torcida do Espanyol está a sentir.
Quanto à Rúbio, a diretoria dos blanquiazules tratou de demiti-la, além de o diretor do futebol feminino, Josep Ramió, declarar que o ocorrido foi "uma falta de respeito para com o clube que lhe paga, um clube onde ela está por vontade própria há quatro anos”.
Rúbio, rubiacita, se lascou bonito, amiga!
Marcadores: Babado, Futebol, Mulherada
postado por Andréia de Moura às 6:02 PM
![]()
![]()