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sexta-feira, 26 de outubro de 2007

El día oficial de hablarse portuñol - uebaa!

¡Ay que rico!

¡Estoy muy extasiada por hoy! A mi me gusta de hablar portuñol, si, porque mí español no es tan maravilloso como mi portuñol, ¿compreende?

Tampoco que no puedo hablar con nuestro maestro mayor Vanderlei Luxemburgo. El es el astro de hoy ¡personas!

Pero, se que soy privilegiada, por ser nacida en un país de lengua portuguesa. Creo que portugués es el mejor idioma del mundo. ¡Si! Porque ya crecemos sabiendo portuñol, tenemos la facilitad de aprender inglés o alemán, o francés o cualquiera idioma del mundo, porque nuestra fonética ayúdanos. Y español es sexy, es seductor. Particularmente me gusta del español argentino, cuando ellos hablan “yo”, ¡yo que tengo las maripositas en mi estomago!

Yo ya he tomado clases con una maestra argentina. ¡Tan divertido! Principalmente cuando Brasil venció la Copa América 2004. jejejejeje Y ella hablaba portuñol con nosotros, confundidnos y por esta circunstancia, no hablo español perfectamente.

Portuñol por portuñol, ya hablaba con mis 5 años, pero cuando me he tornado fan de Thalia que todo se he quedado mágico. Escribía, cantaba y hablaba.

Todos cantan en portuñol. Esa es un clásico del portuñol, de niños a abuelitos:

Actualmente, escucho canciones de Thalia, Piola Vago, KKs, Joaquin Sabina, Juanes, Shakira [¿y ella canta en español?], RBD [pero no diga a todos que oigo eso, por favor].


¿Como dire que no, se si? - o algo semellante O.o


Ahora me voy, porque tengo de trabajar y cantar mucho las canciones de Thalia, que hablan de amor. Hasta porque todos ustedes saben que soy prácticamente una Maria la del Barrio ¿no creen manitos? Solamente a espera de un Luís Fernando jejeje No borracho o mujeriego como en lo inicio de la novela, por favor.

jejejejejejeje xD

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postado por Andréia de Moura às 11:34 AM


quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Miss Moura está ficando louca – parte I


Boas notícias para os palmeirenses: o goleiro Marcos estará de volta ao Parque Antártica, pois ontem, foi dispensado do Rosenborg, time norueguês que comandou pela Champions League, ganhando do Chelsea, e do Valência, por 2 a 0, na última partida, e emplacando o segundo lugar no Grupo B da primeira fase.

Brincadeirinha! Mas, sejamos francos: Knut Torum é a xérox nórdica de São Marcos, não acham?


Falando sério, o treinador do clube da Noruega realmente foi demitido. Já o ídolo alviverde, somente voltará aos gramados em 2008. Mas os palestrinos não podem reclamar. Afinal, o Verdão está na briga por uma vaga na Libertadores.


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postado por Andréia de Moura às 2:11 PM


terça-feira, 23 de outubro de 2007

Mulata que não samba

Peço desculpas ao instrutor de Mel B e a toda produção do Dancing With the Stars, mas isso não é samba, não. Vão catar coquinho!!!

Chamem as mulatas Sargentelli, urgentemente!


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postado por Andréia de Moura às 3:34 PM



Romário: treinador do Vasco por uma noite

Seria um sonho? Um pesadelo? Um conto de fadas, digno de Walt Disney? Só Romário deve saber o que é, afinal, a bucha de vencer o América do México por três gols de diferença, para continuar vivo na Copa Sul-Americana, foi deixada em suas mãos. Isso, multiplicado por dois, já que o Baixinho atacará de treinador, além de atleta.

Na verdade, se trata apenas de um improviso vindo da cabeça de Eurico Miranda, que pretende apresentar o novo treinador em São Januário, na próxima quinta-feira. Enquanto isso, considerou que por Romário já ser um líder-nato, e por isso, apto a comandar os jogadores ante os mexicanos.

Será que os cruzmaltinos conseguirão furar as redes de Guillermo Ochoa por três vezes, ou duas, levando a defronta para os pênaltis?

;*

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postado por Andréia de Moura às 10:04 AM


segunda-feira, 22 de outubro de 2007

E por falar em Zac, Zachary, Zacarias...



O técnico da Ponte Preta [que foi do Marília, do São Caetano, depois Marília outra vez, e assim por diante], Paulo Comelli, expôs sua teoria sobre o aprimoramento na performance do zagueiro Zacarias, contra o Criciúma.

É que o treinador mandou o beque cortar os cabelos, que ostentavam trancinhas, para impor autoridade aos adversários. “Aquilo não dá respeito e zagueiro é uma posição que precisa impor respeito. Pedi a ele para cortar o cabelo e o desempenho dele cresceu muito”, justificou. Zacarias jogou tanto, mas tanto, que foi até expulso!

Cabelo é coisa séria. Eu sempre soube [?]. Que o diga a atacante Eriko Arakawa, da seleção japonesa feminina.


Né?

No entanto, se ele [Zacarias] adotasse uns dreads podrões, sem lavar há meses, seria um ótimo beque, daqueles de dar medo a qualquer atacante ou meia de criação boçal de moicaninho fashion empastado de pomadinha que custa centenas de dólares [ou euros]. Fica a dica, Comelli. De nada! =D


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postado por Andréia de Moura às 10:20 PM



Tiete mode on: Parabéns, Zac Hanson!

Ah, eu não posso deixar o dia passar em branco! Hoje é aniversário de Zac, o baterista da banda Hanson. Miss Moura gosta tanto de Hanson quanto de futebol ou feijoada.

Zacarias Andarilho Filho do João, ou Zachary Walker Hanson, ou simplesmente Presuntinho para nós Fansons [fans + Hanson], ProZac, Animal, Say Yes, “d”. Na minha humilde visão e audição, um dos melhores bateristas do mundo, que com seis anos já fazia bang-bang-bang. Parece que foi ontem.

Confesso que, ele foi o meu sonho de adolescência. Adorava aquele jeito de eterno guri, que ele carregava, desligando os gravadores dos jornalistas, subindo na bateria, caindo de lá, enfiando a cara nas portas de vidro mundo afora, fazendo mil piadas, caretas e sendo podado pelos irmãos mais velhos, já que falava muita abobrinha. Aí, ele cresceu, ficou meio chato, cortou o cabelo, engordou, veio ao Brasil em 2005, foi antipático e desencanei. Depois se casou com a chiquérrima da Kate [Catarina Rebeca, para as íntimas]. But the music lives. Hanson lives. É o que importa, sempre!

Dois patinhos na lagoa para Zac, que faz parte dos talentos que estrearam no planeta Terra em 1985. E uma retrô Zac Hanson, para você até saber que eles ainda tocam por aí, sim:


1997 – Quando ele era apenas o menininho com as pilhas alcalinas do coelhinho, brincava de Lego e gostava de gelatina de limão... Good times!


2000 – Nessa fase [quando virei fã], Zac já havia tomado fermento e virou um bofe escândalo que deixou a mim, você e o resto do universo se perguntando “Cadê o pivete que ficava lá na bateria? Demitiram???”. Fase da qual tenho mais saudades.


2005 – Promovendo o Underneath no Brasil. Fizeram shows acústicos, onde a platéia mais gritava do que ouvia. Ele fez muita cara feia por aí, shut up para a a mulherada do gargarejo e decepcionou muita gente.


2006 – O abate do Presuntinho. Virou até texto na faculdade. A Professora Ana Tereza adorou!



2007 – Zac tocando pela tour do The Walk. Esses “chatinhos” fizeram três ou quatro shows na Inglaterra, mas Brasil que é bom, nada! E olha que ajudamos a comprar as fraldas dos bebês Hanson [Zac ainda não encomendou à cegonha. Em compensação, Taylor, que todos diziam que tinha cara de mulher, em cinco anos de casado já tem três rebentos].

Fotos: Hanson.Net/Hanson Place/Hanson Hotel

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postado por Andréia de Moura às 2:10 PM


domingo, 21 de outubro de 2007

Oba-oba em Interlagos [e daí?]


Confesso que, ao ouvir falar de Fórmula 1, minha reação é de indiferença. Não gosto mesmo! Sou da geração under 10, que viu a morte de Ayrton Senna. Nunca gostei, mas respeitava o ídolo, tanto que chorei sua morte. Hoje em dia, meu interesse por F-1 é tanto quanto um alérgico à lactose por queijinho de Minas.


E falo mesmo! Para mim, é esporte de playboy e de gente branca. Tá, eu sei que Lewis Hamilton é o primeiro piloto negro e que isso abre portas para o fim do preconceito e blá blá blá, Wiskas Sachê, blá blá blá. Mas, será que precisava demorar tanto para ver que negros podem pilotar? E outra: isso não muda em nada o meu conceito. Sem acrescentar que é chato mesmo, e pronto! Tão chato como tênis e os fãs tarados da Sharapova.

Para quem não sabe, fui promotora por uns tempos, e cansei de ver, em castings para esse tipo de evento [conte Stock Car, e derivados], uma cota reservada. Por exemplo: o cliente, da escuderia ou o que for, pede dez promotoras – dessas, duas ou três são negras, mulatas e morenas-jambo, apenas para “misturar”, para depois, apenas selecionarem as brasileiras "dinamarquesadas". É claro que é vergonhoso dizer que fiz casting para segurar guarda-sol para playboyzinho marrento, mas eu era guria, e apenas queria trabalhar. Não achava nada demais, em ficar por umas 8 horas em pé, com sorriso de mentirinha “botocado” no rosto, me fingir de surda e cega, apenas para poder ajudar mamãe a pagar meus cursos.

O prefeito, todo meninão. Ele se não parece com aquele Sr. Paparapapóvski [ou algo assim...] daquele filme que passa na Sessão da Tarde umas 10 vezes por ano?

Aliás, fico impressionada com o mundaréu de gente que paga 300 reais para ficar em uma arquibancada feia, desconfortável, e exposta ao sol escaldante, para ter uma péssima visão dos boçais brincando de vrum-vrum. E às vezes são pessoas que guardam dinheiro durante o ano inteiro. Dá licença, meu! Pagar 300 contos em São Paulo para ver esses comédias? E o teu filho, que sonha em entrar para esse meio, mas que não vai conseguir, porque o que vale neste “esporte” é o nariz empinado, o pedigree? Se o povo tivesse consciência, boicotaria esse monte de multimilionário que vem terminar a festa na terra das bananas, sambando e blá blá blá. Isso lembra o pessoal da terceira classe do Titanic, passando até por revista de piolhos, e ao naufrágio, sendo trancafiado em seu setor, para que os ricos preenchessem os botes salva-vidas. Definitivamente, é o fim! Tenho vergonha alheia por quem gasta tanto por nada.

Vão dizer “Ah, mas o que se pode esperar de uma senhorita que dorme, respira e se alimenta de futebol?”. Claro! E com muita honra! Futebol é um esporte que agrega, que constrói, que dá esperanças. No futebol, você precisa apenas jogar, seja branco, negro, amarelo, azul. Do Oiapoque ao Chuí, seja você filho do presidente da multinacional, ou do motorista dele. Futebol se joga na rua, na praia, no sítio da vovó, na quadra da escola, a gente faz gol-a-gol, brinca de embaixadinhas, escolhe time, os chinelos tornam-se luvas, a bola tem de ser redonda e a imaginação nos leva ao Wembley, ao Alianz, ou ao Maracanã, nem tão longe assim. Posso não ter chuteiras de ouro, iguais às do Ronaldinho Gaúcho, ou poder trocar por par que não cause bolhas nos pés, como Ronaldo Fenômeno, todavia, sonhar não custa nada, e esse sonho, é muito mais plausível do que ser como aquele cara de chuchu do Fernando Alonso, ou o antipático do Kimi Raikkonen [que não perdem em nada para alguns mascarados do futebol mundial, admito]. Sou criada na Penha. Mina da quebrada, mesmo. E aí?

Pronto, desabafei!
[Se tiver algum erro, amanhã corrigirei. O sono me abate]

Foto: Paulo Pinto/AE

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postado por Andréia de Moura às 10:35 PM