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E o Muricy? Bem, prefiro nem opinar pela derrocada são-paulina. As informações de ontem, de acordo com o jornalista Wagner Vilaron, são as de que o presidente Juvenal Juvêncio não queria demitir o então treinador, no entanto, foi chantageado. Muricy foi chamado pelo presidente, para uma reunião por volta das 20h e comunicado da exoneração. Bafão!
E assim caminha o futebol brasileiro... se arrastando pela lama feito minhoca.
Foto: Reprodução
Marcadores: Babado, Futebol, São Paulo
postado por Andréia de Moura às 11:48 AM
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Nem Luxa, nem Raí, muito menos Nelsinho Batista. O novo treinador do São Paulo é Ricardo Gomes! Lembra dele?
Pois bem, a diretoria do Tricolor atropelou a do Benfica, e contratou o ex-zagueiro do Fluminense, dos encarnados portugueses, e da Seleção. Como treinador, Gomes conta com quatro títulos na França, sendo o último este ano pelo Monaco [Copa Van Gogh] e um no Brasil.
Foto: Reprodução
Marcadores: Futebol, São Paulo
postado por Andréia de Moura às 11:43 AM
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Maiores salários do futebol brasileiro, de acordo com a revista Placar:
1 - Ronaldo* (Corinthians) - R$ 1,1 milhão
2 - Adriano** (Flamengo) - R$ 362 mil
3 - Nilmar**** (Internacional) - R$ 360 mil
4 - Fred (Fluminense) - R$ 350 mil
5 - Leandro Amaral (Fluminense) e Kléber (Cruzeiro) - R$ 280 mil
6 - Thiago Neves (Fluminense) - R$ 270 mil
7 - Edmílson (Palmeiras) - R$ 240 mil
8 - Rogério Ceni (São Paulo) - R$ 230 mil
9 - Washington (São Paulo) - R$ 220 mil
10 - Marcos**** (Palmeiras), D´Alessandro (Internacional), Léo (Santos) e Fábio Costa (Santos) - R$ 200 mil
* (80% são valores do patrocínio da manga e calção)
** (162 mil do Flamengo + % dos produtos da Olympikus)
*** (130 mil + um milhão de euros em parcelas anuais)
**** (Pode chegar a R$ 300.000 dependendo do número de partidas jogadas)
Ok! Vamos deixar bem claro que eu não gosto de ajudar a divulgar valores em um país onde quem tem dinheiro porque ralou mais do que muita gente [e merece estar onde se encontra] vive isolado em uma masmorra, ou cercado por seguranças armados até os dentes, devido aos frustrados ao caos da violência.
Mas eu tenho um propósito: querido leitor-torcedor, vendo a lista acima cheia de zerinhos, não se pode chegar à conclusão de que babaca são os que arrumam briga fora do estádio? Porque sair no ranca-cabelo com torcida rival não se leva a lugar algum. E saindo vivo, no dia seguinte, o "cidadão" vai pegar o transporte lotado e trabalhar para ganhar uma merreca do mesmo jeito que anteriormente, e dar continuidade a um ciclo medíocre [da barbárie nos estádios], até quando chegar a hora de ele estar na página policial dos jornais.
O jogo acaba, e a partir dali, quem ganha são apenas os funcionários do "fantástico mundo do futebol". O dinheiro estará pingando na conta de cada um deles, e quem se aprimorar tende a ganhar mais e mais. Os outros vão para casa, e a vida continua.
Marcadores: Futebol
postado por Andréia de Moura às 11:06 AM
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Hoje, antes que a professora de Design começasse a distribuir as provas finais deste semestre, ouvi algumas conversinhas paralelas - afinal, não se fala em outra coisa, como diriam nossas avós - de todo mundo super revoltado com a queda a obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de jornalista. “Meu Deus! É um absurdo! Vamos fazer um manifesto! Vamos revolucionar na Avenida Paulista, sobre um cavalo branco e com uma espada na mão!” – mentira! Essa última frase fui eu que inventei.
Enfim, geral achando que jogou dinheiro fora, porque até a Mulher Melancia poderá ser jornalista se quiser [mas Deus é pai!]. Como estava meio sick, nem entrei na conversa. Não vale a pena! Conversa de dois minutos com gente que não está a fim de ouvir o que nós queremos dizer é perda de tempo.
Eu, que estou em transição para o terceiro semestre de jornalismo - e que finalmente estou, porque quem acompanha minha história sabe que sempre quis estar na universidade, e o quanto sofri por ter “perdido tempo” fora dela, porque não tinha dinheiro para pagar – poderia entrar nesse movimento e ficar desesperada porque agora vão chamar a Gizelle Maritan de jornalista. Porém, jamais escondi que nunca fui muito fã dessa regra estabelecida desde o AI5.
Afinal, o que conta? Fazer quatro anos de um curso superior, para simplesmente segurar o canudo, para bater no peito e se achar acima da carne seca, ou não ter formação acadêmica alguma, mas um ótimo português, ética na tupperware, e experiências por conta própria aliadas à vontade de aprender? Deveria ser o contrário, e em alguns casos não é. Isso faz valer esse novo capítulo do jornalismo brasileiro.
Primordial é justamente cair na realidade de que um papel comprado não vai garantir prestígio no mercado de trabalho a ninguém. Isso é muito Dom João VI vendendo títulos de nobreza [você estudou no colégio que eles eram concedidos? Sinto muito, mas that’s the real world!] nos tempos de Brasil Colonial. E não é o fim da obrigatoriedade do diploma que vai tirar emprego de jornalista formado, nem as esperanças do estudante; muito menos vai sair empregando qualquer cidadão que queira assistir jogos de graça, ou entrevistar o Barack Obama [porque ele é a voga], que não tenha ética, visão crítica e vontade de aprender. Os critérios das empresas continuam firmes em querer conteúdo, e isso pode sair de mim, de você, ou daquele cara que ralou a vida toda, não pôde pagar um curso, todavia é tão culto como um mestrando. O mercado vai ficar mais competitivo, e sem sombras de dúvida, melhor para o público.
Não sei quanto aos outros. Eu tenho absoluta certeza do querer. Sonhei com a universidade, cá estou. Quero todos os diplomas que puder - desde que eu aprenda algo para tê-los.
Marcadores: etc, faculdade, governo
postado por Andréia de Moura às 2:42 PM
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Opa! Estou viva, sim. Após a turbulência da semana do combo feriado + Dia dos Namorados + Dia de Santo Antônio, ainda tenho as provas finais da faculdade. Daí, os posts ficarão escassos, ou não tão profundos como eu gostaria. Está uma loucura! Hoje, por exemplo, assisti e me decepcionei com África do Sul e Iraque, pela abertura da Copa das Confederações. Porém, não vi a goleada da Espanha sobre a Nova Zelândia. Aliás, alguma dúvida de que a Fúria já deixou de amarelar faz tempo e quem corre o risco de ser rotulado somos nós brasileiros?
Tenho algumas novidades para o site e principalmente para você, leitor. A demora é maior do que eu esperava para que ele volte ao ar com sua nova versão, claro. Mas, não me arrependo, porque é absolutamente por um bom motivo.
Enfim, já vou. Amanhã tem a primeira das provas, e embora eu precise de pouco para passar nessas disciplinas, o nervosismo é arroz-de-festa na minha vida.
Beijos
Marcadores: etc, faculdade, Futebol, Seleção
postado por Andréia de Moura às 6:22 PM
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