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sexta-feira, 21 de novembro de 2008

É treta, mano!



E o mais novo barraco do futebol é a discussão entre vascaínos e são-paulinos via Orkut imprensa [esta, por sua vez adooooooora]. Devido ao jogo de domingo, válido pela 36ª rodada do Brasileirão, o técnico tricolor Muricy Ramalho citou "certos problemas extra-campo" no estádio de São Januário, e tomou uma resposta do treinador cruzmaltino Renato Gaúcho.

Hoje, quem tomou as dores da declaração foi o presidente do Vasco, Roberto Dinamite, que disparou: "O Muricy foi irresponsável, lamentável e muito infeliz. Multidão não dá para controlar, se alguém a estimula por esse caminho. Ele acirrou os ânimos e criou clima desnecessário, levou as coisas para outro caminho. Se é possível ocorrer algo? É, sim! Em razão do discurso do cara".

Mas, se formos levar em conta outras confusões causadas pela torcida [excluam desta “torcida” os cidadãos comuns, pais e mães de família, crianças, trabalhadores e estudantes pacifistas e em dia com a lei], a razão total é do Muricy. Todo time tem sua meia dúzia de gato-pingado que vai para o estádio fazer auê e pensar que está a causar, mas o histórico vascaíno não é muito animador, de acordo com o divulgado hoje pelo UOL Esporte.


Vamos combinar que, uma coisa é fazer pressão no adversário. Já outra, bem diferente é destruir a imagem de um escudo que se diz amar.

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postado por Andréia de Moura às 2:31 PM


quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Brasil x Portugal – considerações gerais


Jogo-babado, amiga! O que era para ser uma festa quase virou um ringue do WWE – vide Maniche x Elano e Marcelo x Cristiano Ronaldo. A gente abafa o caso, porque, pelo menos eu já estou estupefata de brigas por aí.

A princípio, pensei que Portugal fosse sair vitorioso, já que a defesa verde-encarnada se fechava a cada aproximação ofensiva da seleção brasileira. O gol de Danny assustou por tão fácil – mas tão simples que, cornetagem à parte, até eu faria – e fez o torcedor crer que os papéis tradicionais estavam invertidos. Afinal, apesar de não vencermos nossos irmãos lusitanos desde 1989, fomos nós quem ganhamos duas Copas desde então e tivemos mais “melhores do mundo”, entre outros títulos mundiais, continentais e interclubes.

Logo, o Brasil tomou controle da situação, e Portugal sumiu. Cadê o melhor jogador do mundo? Estava ali na frente, coitado. Largado ali no ataque, desesperado por um gol – o que não quer dizer fominha, meus queridos – e atordoado com os gritos da torcida que abafou ao das tietes. Pelo menos, desta vez quem levou a melhor foi o Kaká, mesmo sem fazer gol. Seis gols contra apenas dois. A defronta era tão especulável, que até Felipão não ficou para vê-la [afinal, ele é considerado a sombra tanto para o comandante canarinho, quanto para o da Selecção das Quinas]. Fez bem.



A única coisa que não entendi e peço para que, por favor, algum leitor caridoso me explique é: por que diabos, Pelé, a estrela-mor, e homenageado da noite, estava vestindo pijamas? Oi?




Foto: Reprodução/ Folha Imagem

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postado por Andréia de Moura às 12:01 PM


terça-feira, 18 de novembro de 2008

Lula, o novo reforço do Chelsea



Não! Desculpem, houve um engano. Na verdade, o presidente foi presenteado com uma camisa do Chelsea, pelo técnico Luiz Felipe Scolari, que esteve em Brasília, aproveitando o gancho desse vuco-vuco todo que está acontecendo devido ao amistoso entre Brasil e Portugal. Lula e Felipão conversaram – e muito – sobre futebol. No entanto, o mais interessante, foi que o treinador dos Blues pediu para que os governantes criem mais facilidades para os brasileiros que vivem no exterior enviarem dinheiro aos parentes que vivem aqui.


Como torcedora do Chelsea, prefiro o meu presidente assim do que vê-lo receber uma camisa do Manchester United Fato é que o presidente Lula continua amando única e exclusivamente o Corinthians.


- O Deco foi minha exigência, tchê!

- O Deco é Corinthianf e Fão Bernardo, companheiro Felipão... Ah, fe o Mano o evivife também...


Fotos: Reprodução/Folha Imagem

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postado por Andréia de Moura às 6:43 PM


segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Tudo tem um limite!

Uma coisa é torcer e vibrar pela vitória. Outra, porém na mesma linha é perder e cobrar raça civilizadamente, como torcedor que paga ingressos, material esportivo e sofre.

Já a outra bem diferente é agredir o treinador, a ponto de ele parar em um pronto-socorro e ter o braço imobilizado. Isso é coisa de coisa, entende? Não é nem de bicho, porque até os animais não merecem comparação com tamanho vandalismo. Por favor! Se todas as torcidas dos times que estão na degola entrassem nessa voga, salve-se quem puder. Valha-me Deus! Dio mio!



PS.: E por falar nisso, há alguns dias estive na Pompéia. Gente, que bairro lindo em termos de paixão por um clube! Na Turiassu, tinha um bar todo verde, freqüentado por muitas pessoas com a camisa do Palestra Itália. Como adoradora do futebol, fiquei emocionada. Aquilo sim é Palmeiras!

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postado por Andréia de Moura às 2:40 PM