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Porque todo mundo está com medo da gripe suína. Afinal, se o contágio acontece de ser humano para ser humano, não há muita coisa a se fazer se as autoridades não tomassem medidas. A OMS [Organização Mundial da Saúde] confirmou duplicagem de casos confirmados. Fato que é isto também está abalando as estruturas do futebol.
Se já não bastasse o zagueiro mexicano Reynoso tossir e espirrar na cara do atacante a Penco, no jogo entre Everton e Chivas Guadalajara, no Chile, como forma de intimidação, agora a Secretaria da Saúde de Bogotá, na Colômbia, proibiu a entrada de chicanos no país – ou seja: a Copa Libertadores emperrou. Chivas e San Luís, equipes do México, teriam mando de campo em jogos de ida das oitavas-de-final. Os próprios atletas mexicanos se sentem discriminados. O meia Pineda declarou que ao vê-los, chilenos em Viña del Mar tapavam a boca. Logo, o Chile também se recusou a receber o jogo na semana que vem.
O São Paulo, próximo adversário do time de Guadalajara, está planejando medidas preventivas. O médico José Sanchez pretende informar o time Tricolor a respeito da doença. “Clubes grandes como o São Paulo e Chivas têm estrutura para realizar testes e confirmar se todos estão sem o vírus da gripe suína”, disse o técnico Muricy Ramalho, revelando preferir diagnósticos mais precisos. Chegaram até a cogitar uma troca entre os classificados: Chivas e San Luís se enfrentariam, enquanto os são-paulinos jogariam contra o Nacional de Montevidéu. Inclusive, o Coritiba ofereceu o Couto Pereira a palco da defronta.
No momento, as partidas estão adiadas para o dia 13 de maio. Difícil ser mexicano, ou ler um pouco sobre sintomas do vírus e confiar na medicina?
Foto: Reprodução
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postado por Andréia de Moura às 10:48 AM
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E hoje é dia de visita do COI [Comitê Olímpico Internacional] ao Rio de Janeiro, para avaliação da cidade candidata a sede dos Jogos olímpicos de 2016. O Comitê Rio 2016 pediu para que os cariocas vestissem hoje verde e amarelo. Mas todo dia é dia de ser patriota.
Sabe-se lá a razão, a maioria dos brasileiros só se lembra de vestir as cores do país em dias de jogos da Copa do Mundo, ou pós vitória em amistoso e eliminatória. O Brasil não se recorda de ser brasileiro todo dia. De ter orgulho de ter nascido aqui, independente dos problemas que nos cercam - porque a união faz a força, e se você não quiser, realmente não vai mudar o país.
Sinto falta de pessoas usando um broche com a bandeira. Se os pavilhões grandes não fossem tão caros, toda família poderia hastear-los próximos ao muro de sua casa.
Ainda sonho com o dia em que sairei de casa com a minha camisa 86, e ninguém me abordará com a pergunta: “Hoje tem jogo?”
Foto: Reprodução
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postado por Andréia de Moura às 4:54 PM
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