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sexta-feira, 24 de abril de 2009

Mozart é do Verdão!



Mas não é esse Mozart, amiguinho!

Na verdade, trata-se do volante que veio para suprir a falta de jogadores como Edmilson DeGeneres e Sandro Silva, que estão no Departamento Médico do Palmeiras. Quem está feliz com a chegada de Mozart é o cartola Toninho Cecílio, que não esconde seu otimismo pela chegada do atleta, ex-pupilo do técnico Vanderlei Luxemburgo durante as Olimpíadas de Sydney, em 2000.

Lembra do cidadão? Aí vai a ficha básica:



Nome completo: Mozart Santos Batista Júnior
Data de nascimento: 8 de novembro de 1979 [29 anos]
Natural de: Curitiba, PR, Brasil
Altura: 1,79 cm
Peso: 83 kg

Fotos: Reprodução

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postado por Andréia de Moura às 1:31 PM


quarta-feira, 22 de abril de 2009

Despacito, catito!



22 de abril de 2009 - UOL Esporte:

Tevez diz que pode estar em seu último mês no Manchester United



Você já viu essa novela antes?


21 de agosto de 2006 - UOL Esporte:

Após dizer que pode deixar o Corinthians, Tevez falta em treino



22 de agosto de 2006 - O Globo:
Tevez é visto na noite em Buenos Aires com “Los Palmeras”



11 de maio de 2007 – UOL/Reuters:

Tevez considera deixar o West Ham após adaptação difícil



Lembrou? Ah tá!

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postado por Andréia de Moura às 8:43 PM



Ih, Cabral!




São 509 anos de Brasil, quando portugueses [até alguns judeus, dizem historiadores] avistaram a tal terra de ninguém cheia de gente bem, digamos à vontade. Aí, deu no que deu: trouxeram gente boa, ruim, gente que foi obrigada a trabalhar sem nada em troca, outros foram “considerados gente”, vieram mais uma dúzia de cores diferentes, a Família Real correu pra cá, esqueceu a biblioteca no porto, D. João VI vendeu títulos de nobreza [ai, esses condes e duques por Brasil afora] para matar o tédio. Dizem os Perez Hiltons da época que até a Princesa Isabel se apaixonou por um deus do Ébano. Nasceram mamelucos, mulatos e cafuzos [não da Princesa Isabel com o negão de tirar o chapéu, gente].

D. João VI says: "Mocreia mentirosa!"


Fomos abusados, sofridos, escravizados, miscigenados; discriminados somos até hoje. Mas aprendemos a nos defender e lutar. Muitos morreram pelo que somos hoje, e deveríamos nos render de gratidão por mártires como Tiradentes. Inventamos o rádio [valeu, Landell de Moura], o avião, e exportamos Carmen Miranda, Antonieta Rudge, Elsie Houston e Magdalena Tagliaferro – porque nem toda brasileira é bunda. Tomamos o futebol dos ingleses, tanto que o próprio Charles Müller veio para cá e se casou com uma brasileira.

Derrubamos paradigmas, presidentes, não nos conformamos em sermos tratados como ralé. Sonhamos, acordamos e pegamos duas horas de trânsito ou de transporte público lotado para poder trabalhar. Falta apenas hastearmos bandeiras em nossos quintais e jardins não apenas em época de Copa do Mundo. Falta querermos muito mais. Vamos impor respeito aos estrangeiros: porque nós somos legais, e não estamos dando mole. Porque no Brasil tudo é possível. O branco pode ser negro, e o negro ter muito mais sangue europeu do que o próprio europeu poderia imaginar. A maior concentração italiana fora da Itália, maior japonesa fora do Japão, brasileiro tem cara de todo mundo. São 509 anos de muita história que a História não contou, e nós queremos saber.


Brasil colorido, que resultou em uma mistura linda!



Aeae, Brasil!


Fotos: Reprodução

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postado por Andréia de Moura às 6:54 PM


segunda-feira, 20 de abril de 2009

Ponto para o Cruzeiro

A diretoria Cruzeirense aposta em uma ideia que visa aumentar os lucros com bilheteria. Será lançado nesta semana o projeto Sócio do Futebol, cuja finalidade é a fidelização do torcedor, que pagará uma mensalidade e terá direito a ver todas as partidas daquele período nas quais o time Celeste será mandante.

Por exemplo, será paga uma quantia a partir de R$ 45 – dependendo do setor do estádio -, ou seja, cada partida sairia por um valor aproximado a R$ 12, se fossem quatro mandadas pela Raposa.

O presidente Zezé Perrella mandou bem! Existem modelos parecidos dentro e fora do Brasil que dão super certo. Até porque, é desgastante passar horas em uma fila para nem sempre garantir um ingresso, às vezes, perdendo horas de trabalho ou faltando em aulas.



Foto: Reprodução/Globo Esporte

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postado por Andréia de Moura às 10:52 AM